quinta-feira, 25 de julho de 2013

Tempo frio.

Enquanto sinto meus pulmões trabalharem dobrado para que eu não sinta os efeitos das minhas doencinhas chatinhas - e, obviamente, não tendo sucesso - o cansaço vem com a força de uma recém infecção pulmonar. Não tem graça rir da desgraça, me diriam, e eu sorriria e diria que é só isso que me sobra às 00h40 de uma sexta-feira, sozinha e com frio. E aew começaria a tossir de leve, sentindo um leve queimar na garganta e nos pulmões. Que beleza, mas um problema pra coleção.
Acima de tudo isso eu estou sorrindo, como estava antes. Cansa, mas acabo sempre sorrindo. E então um amigo fala "é sexta-feira, amor." e aquela dorzinha bate forte como um tambor, só que sem o tic tic tic tac. É, mais uma bobagem pra despreocupar a preocupação, né? Assim segue minha maratona entre pequenas dores e grandes sorrisos sem risos, ou risos sem sorrisos, que resultam em madrugadas frias e longas. Mas com boas piadas e amigos queridos.
Deve ser isso o que realmente importa.

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